dimanche 29 septembre 2013

Popote

É verdade que teve Pop Montréal e tal. E também é verdade que eu estou velha e já não conheço as bandas que vêm tocar (sdds 2011 Stephen Malkmus & the Jicks, Peter Peter, Girls etc.).

Com muita preguiça e um pouco de pesquisa, consegui fazer uma lista de umas 4 coisas que eu queria ver. Mas só consegui ter ânimo para ver 2: Wannabe - Spice Girls Tribute (não me julguem) e Michael Rault.

Ficam para uma próxima Miou: CTZNSHP e Buddy McNeil & the Magic Mirrors.

Não tenho mais pique pra isso...


Contar pra vocês que, no show da banda cover das Spice Girls, até me senti bem de início: vi que tinha um pessoal da minha idade. Pensei: um pessoal da minha idade, com senso de humor para ir a esse shows, e algumas pessoas esteticamente agradáveis. Comecei a vislumbrar um futuro onde eu não precisaria ser a velha dos gatos. Na saída do show, vou descendo as escadas logo atrás de umas meninas bem novinhas, que não deviam sequer ter nascido na época em que as Spice Girls começaram a fazer sucesso. Desisti de emendar o segundo show da noite e fui pro Nouveau Palais comer um hambúrguer com fritas antes de voltar para casa.

No dia seguinte, saí para ir ao show do Michael Rault, que era das 10h30 às 11h20, mais ou menos. Saí de lá e fui descansar um pouco antes de ir para o segundo show planejado da noite, que começava à 1h30 da manhã. Obviamente, como sou velha, não tive energias (nem à base de RedBull) para sair para o segundo show. Aí fiquei pensando naquelas pessoinhas jovens, aproveitando a vida na baladénha etc. É: elas têm pique, elas agüentam beber um monte e ficar acordadas, ficam de salto alto até o final do show, etc. Mas será, mesmo, que elas estão fazendo sexo e essas coisas que contam?

Fui dormir sabendo que, apesar de não fazer mais parte do sub23, eu ainda estou alguns pontos à frente nesse campeonato.

dimanche 22 septembre 2013

Réserve

Do H2L pro H4C: brioche com pasta de avelã (aka "nutella") caseira, para compensar o brunch do Réservoir, que já não é. Mas Dany Bolduc continua caro demais para minha carteira.


samedi 21 septembre 2013

vendredi 20 septembre 2013

Charbon

Na sacada de casa, eu tenho uma churrasqueira. Ela é a coisa mais próxima que existe por aqui, perto do Círculo Ártico, de uma churrasqueira brasileira. Apesar de ela funcionar com um botijão de gás, ela tem umas "pedras" (tipo umas pedras pomes - algum geólogo que me corrija), que são uma versão de carvão e cumprem essa mesma função: dão aquele gostinho de churrasco às coisas.

E eis que, dia desses, o Ben veio me dizer que vai jogar as tais pedras fora, porque elas já estão velhas e apresentariam algum risco à saúde por conta disso. O problema é que essas "pedras de carvão" não são mais vendidas por aqui. Então, quando as jogarmos fora, não teremos mais carvão. Ponto. E, portanto, não teremos mais churrasqueira, nesse sentido brasileiro do termo. Sem o carvão, minha churrasqueira a gás é apenas uma versão antiprática e espaçosa de um fogão a gás normal.

Vejam: eu sequer sabia fazer churrasco antes de vir para Montreal. Na verdade, eu sequer gostava de churrasco. Por não gostar muito de carne, eu sempre fui bastante conservadora com minhas proteínas animais. Filé mignon bem passado e nada mais.

E aí, no meio de 2011, quando me mudei para esse apartamento, tinha essa tal churrasqueira. E as pessoas aqui gostam disso - dessa coisa de fazer churrasco. E eu aprendi a gostar.

Logo depois de me mudar para o apartamento, fiz um churrasco com uns amigos (conhecidos?) e uns semi-conhecidos -- primeiro churrasco combinado e (meio que) coordenado por mim. O impulso de convidar esses amigos e semi-conhecidos para vir à minha casa não teria acontecido se eu não tivesse uma churrasqueira em um belo final de semana de outono. Meu carvão fazia amigos.

Desde então, várias aventuras começaram na churrasqueira. E elas não se limitaram à carne de vaca (tum-dum-tss). Teve peixe, teve legume, teve lingüiça. Lembro que até teve essa época em que se cogitou que minha churrasqueira fosse usada como defumador. O carvão me dava mais vontade de (pelo menos especular essas) aventuras.

No inverno que se seguiu àquele outono, a churrasqueira ainda foi usada (foi um inverno curto e gentil) algumas vezes. Era aquela alegria de poder abrir a porta em um dia de frio com sol e ter a sensação de que o mundo aqui na tundra não era sempre cinza e horrível. Tinha aventuras com hambúrgueres, kaftas, pimentas, folhas de banana, envelopes de papel manteiga. O carvão deixava tudo mais quentinho.

Ao final daquele inverno, comemorei o último ano dos meus 20 com uma das melhores festas que já tive. Preparei tudo quase exatamente como queria. Pessoas queridas vieram. Foi a primeira vez, aqui em Montreal, que eu estive convencida de que eu tinha uma vida de verdade aqui: enquanto as pessoas sem calças comiam hambúrgueres e kaftas assados em minha churrasqueira em um fim de tarde de calor do início de junho. O carvão ajudava a criar essa aura de pertencimento.

O botijão de gás que dá vida à churrasqueira já foi trocado algumas vezes (e com um esforço considerável), mas, esse tempo todo, o carvão permaneceu o mesmo.

É verdade que nem tudo o que foi feito na churrasqueira deu certo. Umas carnes assaram demais; outras, de menos. Uns peixes ficaram bons para ir para o lixo. Também teve aquelas vezes em que as pessoas, sem saber muito bem como acender a churrasqueira, quase se queimaram -- ou quase morreram carbonizadas, em casos mais extremos. Teve dessas coisas de que a gente acaba rindo, em retrospecto. O carvão guardou todos esses erros e acertos e risadas.

Na verdade, porque sou estabanada e um desastre com carnes, raramente era eu a encarregada de operar a churrasqueira. Eu tinha medo de mexer nela e me queimar, ou -- pior ainda -- quebrar a coisa, então, delegava. Delegava e dava palpite, porque é isso que eu faço. O carvão não aceita palpite.

E aí, eu saio de férias e perco o verão de Montreal, o pouco tempo do ano em que realmente se pode relaxar ao ar livre, o tempo de churrasco. Quando eu volto, ainda teimo em fazer o verão durar: recuso a guardar minhas sandálias e espadrilles. Continuo saindo de mangas curtas, mesmo passando frio. Uso sapatos brancos depois do Dia do Trabalho. Mas aí chega aquele dia inevitável em que o primeiro vento do ártico bate, em que todas as maçãs do vizinho de frente vão parar no chão, em que eu tenho de fazer a rotação no meu armário, colocando as sandálias e vestidos no fundo, trazendo suéteres para a frente e indo para a aula, pela primeira vez no mês de setembro, usando botas.

E aí, o Ben chega e diz que vai jogar o carvão fora. E eu me dou conta de que, de fato, não ia ter a churrasqueira, o carvão, para sempre. Que um dia eu iria, inevitavelmente, me mudar daqui, ou que a churrasqueira iria parar de funcionar e teria de ser substituída por uma nova (dos modelos novos, sem carvão), ou alguma variação disso. Mas não foi isso o que aconteceu. O que aconteceu é que eu fui informada, de repente, que não teríamos mais carvão. Simples assim.

Assim, cada dia em que acordo, vou até a sacada e vejo que o Ben esqueceu do que tinha me dito e o carvão ainda está lá, é um dia de brinde que eu ganho. Um dia que eu uso para eu mesma, pela primeira vez, acender a churrasqueira. Um dia a mais que eu barganho com o outono que já chegou junto com as decoraçãoes de Halloween das lojas do bairro. Um dia a mais de aventuras.

E voltamos, assim, aos dias corriqueiros do meu bairro. Dos dias que eu passo resistindo à chegada do outono, porque essa é a melhor maneira de resistir à chegada do inverno. E, enquanto isso, de verdade mesmo, nada acontece. Apenas que não haverá carvão.

Eu poderia escrever sobre minha vida. Mas eu escolhi escrever sobre o carvão.

jeudi 19 septembre 2013

Au milieu

No meu bairro (na verdade, praticamente na esquina da minha casa) tem um coletivo, uma cooperativa, enfim, uma dessas coisas meio ~hippey~ meio ~hispter~ que estão na moda agora. E eles, vez ou outra, tem uns eventos interessantes lá. Esses dias, fui convidada para ir lá participar de um escambo de roupas e acessórios.

Como tinha esses dois pares de botas encostados aqui (e porque queria sair de casa um pouco), me aventurei. Fui lá dar uma volta, socializar com o pessoal alternex do bairro e fazer meus escambos.

A bem da verdade, não estava procurando nada, nem fazia questão de sair de lá com nada. Fui mais para ver a ~vibe~ do lugar. Me pareceu interessante. Bem misto, com anglófonas e francófonas - mas quase só mulheres. Mas isso, talvez, porque o tema do dia era essa coisa de troca de roupas. Talvez nos outros dias seja mais misto. Talvez eu volte.


Mas certamente não para os workshops de tricô ou compostagem.

mardi 17 septembre 2013

Jean Boeuf


Você consegue, com mais de um mês e meio de antecedência, uma reserva para um restaurante que está no Top 3 da cidade (você já sabe que, dos outros 2, um é excelente, e o outro, um fracasso). Você vai.

Você chega lá, e vê que o lugar é cafona. É escuro, é barulhento, é mal decorado, frequentado por pessoas zoadas. O cardápio parece bom, até.

Você pede as entradas: muto boas, apesar de demonstrarem alguma falta de capricho.

Você pede o prato principal, que é descrito como um corte suculento de cervo acompanhado de uma espécie de risoto gratinado. O que chega à mesa é um naco seco de um bicho que poderia ser um cervo, mas bem poderia ser um boi, acompanhado de um mac 'n' cheese bem marromêno.

O problema maior é que até o prato vazio dói aos olhos. E de um mau gosto fenomenal (pense um Duralex genérico com motivos de frutas) e a faquinha de serra tinha cabo de plástico. Iso, deixe-me lembrá-los, a uma conta que sai,no mínimo, 70 Stephen Harpers por cabeça.

A refeição já está toda cagada, você sabe que não vai querer sobremesa. Só quer que eles te tirem aquilo que sobrou da comida da sua frente para você pagar e ir embora. Mas, como o lugar fica meio longe da sua casa, você vai ao banheiro, fazer aquele xixi básico antes de tomar rumo na vida.

Abre a porta do banheiro do restaurante e... DÁ DE CARA COM UMA PORRA DE UM TOURO BÚFALO (whatev).

Sim. UM BÚFALO. Ao lado da porra do vaso sanitário. JURO.



Desnecessário dizer que tentei ir fazer xixi bem tranks para não dar vontade no caminho pra casa e quase me mijei toda quando dei de cara com essa porra. Francamente...

Apaputaquopariu. Ainda sou muito mais o Au Pied de Cochon, onde no banheiro só tem TV e, nos dias de jogo dos Habs, ainda tem (no banheiro mesmo) cerveja grátis. Ah, sim: e a comida é boa. Tem mais essa.

Joe Beef, vocês estão fazendo isso errado. MUITO errado.

jeudi 12 septembre 2013

Charte

As coisas a que a gente é obrigada...

Da nação onde eles mergulham racismo e preconceito social no mel e nos enfiam goela abaixo.


lundi 9 septembre 2013

Cauchemar en rouge

Foi assim:

Eu acordei e passei uma boa meia hora no telefone com o Banco do Brasil. Depois de a atendente ver o tamanho da merda que estava meu cadastro, o comentário que ela fez, em um sotaque carioca daqueles bem de pornochanchada foi "Noooossa, moça! Mas que loucura isso, hein!". Surreal.

Aí eu saí correndo, fui tomar um banho e saí correndo novamente para ir a uma aula na Concordia. Era a primeira aula do trimestre (aula que eu ia fazer como ouvinte) e eu estava atrasada. Vou andando bem rápido para o metrô, tropeço, vôo por uns cinco metros e caio, DE CARA NO CHÃO. Foi tão feio que eu consegui até ouvir o barulho da queda.

Um mocinho veio verificar se eu não estava morta. Quando eu respondi, ele só perguntou se eu estava com pressa (WTF) e, quando eu respondi que sim, ele me disse para eu tomar cuidado e foi embora. Com algum esforço (e muita dor), levantei e vi que eu tinha rasgado completamente o joelho direito da minha calça nova (era a segunda vez que eu a vestia). Desse joelho, esguichava sangue. Sim, esguichava. A sorte (?) é que o sangue ficou estancado pelos fiapos da calça, que se misturaram com a ferida, o sangue etc. Acho que já deu pra ter a imagem. Enquanto isso, o joelho esquerdo da calça ficou todo esfolado (assim como meu joelho por baixo da calça). Minhas mãos (que tentaram deter a queda) também ficaram esfoladas. Meu pescoço também ficou todo fodido por conta das coisas que eu estava carregando na mochila (ah, é: não tinha dito que estava com meu COMPUTADOR na mochila que vôou por cima das minhas costas e ficou presa só pelo meu pescoço!).

Fui andando naquele passo de ponto-e-vírgula pelos 50 metros que faltavam para eu chegar ao metrô. Quando vou entrar na estação, a polícia me barra. "O metrô está fechado entre aqui e a estação final a leste. Você vai em que direção?" "Oeste." "Ah, então, você pode andar mais uns 800m. até a próxima estação e pegar o metrô em direção oeste lá."

Lembram quando eu disse que estava atrasada? A essas alturas, atrasada já era pouco. Tinha mais 800m. a andar, três lances de escadas a descer... Mancando. Com sangue escorrendo do joelho.

Ponto-e-vírgula, ponto-e-vírgula, ponto-e-vírgula...

Chego à próxima estação (Berri-UQAM) e lá dentro está o caos. Não tem metrôs partindo na direção leste e a polícia está contendo os passageiros. Na direção oeste, para onde eu ia, não vinha metrô, mas a gente podia, ao menos, esperar na plataforma.



O metrô demorou uns bons 7 ou 8 minutos a chegar (lembram que eu estava atrasada?). Pelo menos, já que ele veio vazio, tinha um lugar para eu sentar. Ufa!

Na próxima estação, o metrô vai enchendo. E eu lá, sentada, tranquila, escolhendo uma música no meu telefone e me preocupando com o atraso. Ao meu lado, em pé, um mendigo que não para de sacudir o braço. Dá um tempo aê, colega.

E sacode e braço. E sacode. Aí, vejo voar um tufo de cabelos em direção ao chão. Acompanho a trajetória do tufo e, da minha visão periférica de míope-astigmata, vejo alguma coisa estranha no chão do metrô. umas coisas brancas. Meus olhos demoraram um pouco a focar, mas, finalmente, viram: LARVAS. Não, calma, né, Aline. Não pode ser. É a miopia te enganando. Não. Mas o chão do metrô (que normalmente é preto) está meio bege - e SE MEXENDO. Larvas. VERMES. Em quantidade absurda, tomando todo o chão do vagão de metrô onde eu estou.

E o mendigo ao meu lado, chacolhando o braço (era um tênis na mão dele?) e fazendo voar mais larvas para o chão. Bem ao MEU LADO. E aqueles bichos rastejando por todo o vagão. As pessoas todas olhando, sem saber o que fazer, paralisadas com horror. Demorei uns bons 2 minutos para sair do meu estado catatônico e ir sentar do outro lado do vagão, aonde os vermes ainda não tinham chegado. As pessoas continuavam aterrorizadas. Minha vontade era vomitar.

Cheguei à aula com uns bons 15 minutos de atraso, mas o atraso certamente não tinha sido a pior parte do meu dia.

Eu fiquei esperando, desesperadamente, a hora em que me daria vontade de fazer xixi e eu acordaria. A hora em que o despertador tocaria. Ou que algum barulho da rua iria acabar me despertando e me tirando desse pesadelo terrível. Mas não. Porque nem meus piores pesadelos são tão ruins quanto alguns dos meus momentos de vigília. Sim, isso tudo aconteceu de verdade. E ainda fiquei com medo de ir dormir depois e ter terrores noturnos com as imagens desse dia dos infernos. Porque, para mim, a vida se repete como pesadelo.

samedi 7 septembre 2013

Tête de fromage

Pleno 7 de setembro, pessoal no ~Braza~ reclamando que o feriado caiu num sábado e eu aqui, planejando altas aventuras. Carro alugado, 2 horas e meia na estrada (com direito àquela passada tensa através da fronteira estadunidense) para ir passar o dia no Vermont.

O Vermont é um desses estados mágicos dos Estados Unidos, porque tem montes de semelhanças com o Québec (a notória exceção sendo os motoristas mal-educados): tem uns rangos super bons e gordinhos de um jeito saudável, tem umas paisagens bonitas e outono etc.

Daí que rolou um turismo gordinho por lá. O objetivo era fazer uma parte desse cheese trail e provar o máximo de coisas (queijos, manteigas, leites, cremes, iogurtes etc.), principalmente os queijos locais premiados. O caminho de ouro dos queijos.

O que teve, então:

Farmer's market de Burlington, onde abasteci minha sacola de compras com queijos e kefir locais.

Almoço delicioso (incluindo o melhor hambúrguer da vida) no Prohibition Pig, em Waterbury.





Visita à fábrica da melhor cerveja artesanal do mundo (Heady Topper), The Alchemist, em Waterbury.








Visita a uma fazenda onde eles criam cabras e fazem excelentes queijos de cabra, Sage Farm, em Stowe, onde eu comprei mais queijo.




Visita à "loja de fábrica" da Cabot Creamery, em Waterbury, onde eu comprei mais queijo e manteiga.



Parada na Cork, em Waterbury, para descolar um 4-pack da Heady Topper, que estava esgotada na fábrica. Eles, em teoria, não tinham o 4-pack para vender, mas acho que a dona ficou com pena das carinhas de triste que viu ao lado do carro com a placa de outro país e nos cedeu um 4-pack com um precinho camarada que deveria estar regulando com o preço do ouro.




Laticínios devidamente estocados e... bora atravessar a fronteira de volta para a tundra (com queijos escondidos em todos os compartimentos semi-secretos do Mazda 5 que aluguei). Na dúvida sobre a permissão alfandegária escondi tudo.

Cruzando a fronteira canadense, um agente gentil perguntou se eu tinha comprado alguma coisa. "Um pôster e um 4-pack de cerveja."

"Olha... só se pode trazer álcool para dentro do país se você passar mais de 48 horas fora. E você só foi passar o dia."

:(

"Mas, tudo bem, desa vez eu vou deixar vocês passarem. Mas, da próxima lembrem: 48 horas."

~dancinha da vitória~

Não tem como não amar a gentileza canadense.