dimanche 30 juin 2013

Magna vis artium est

Bologna, dia 7


Domingo, 7h. da manhã: o despertador toca.

Crueldade, mas era por um bom motivo. Tinha marcado de encontrar a Violeta às 7h50 na estação de trem, para irmos a Trento.

O trem saiu de Bologna às 8h10, com previsão de chegada a Trento às 11h. Atrasamos um pouco por conta daquele bom e velho problema do transporte ferroviário italiano no verão: por conta de manutenção nos trilhos, tivemos de fazer parte do percurso entre Verona e Trento de ônibus.



Chegamos a Trento debaixo de um sol escaldante. Demos uma volta no centro histórico, depois fomos procurar o Castello del Buonconsiglio. O centro de Trento lembra muito mais a Áustria (ver: Villach) que a Itália. E as pessoas aqui falam mais alemão que italiano.








O Castelo é um dos mais interessantes que já visitei. Um afrescos lindíssimos - alguns dos quais não se podia fotografar.













Depois da visita ao castelo, fome. Fomos procurar os restaurantes de uma lista que chegou graciosamente à minha caixa de entrada. O primeiro parecia turístico demais. O segundo estava fechado. O terceiro: bingo!

O atendimento foi bem ruim. A garçonete disse que só estavam servindo pizza (e quase completou com um "e é bom escolher logo"). Escolhi uma pizza de queijo (agora já não lembro qual, mas possivelmente Fontina), com tomate e espinafre. A bem da verdade, acho que a pizza que eu pedi tinha mais coisa (pancetta?), mas, de todo modo, a que me serviram foi essa. E estava bastante boa. (O único senão é que nenhuma pizza ganha da pizza de São Paulo).


Depois, mais uma volta pela cidade (com uma parada para um sorvete na Grom - tomei: fiordilatte e iogurte), para chegarmos ao funicular que nos levaria ao lugar onde teríamos uma vista da cidade e do Tirol do Sul.








E eis que já ia dando 17h. O trem de volta para Bologna partiria às 17h10. Ou seja: hora de voltar.

Porque eu ainda tinha trabalho a fazer...

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Chegando à casa, meu desejo de comer comida japonesa, que começou a manifestar há alguns dias, começou a aumentar. E, como tem um restaurante japonês (Miyako - rodízio, ainda por cima!) aqui na minha esquina, fica impossível evitar a tentação.

Resolvi ir comer lá.

É um daqueles japoneses de "esteira rolante", em que a comida já vem em uns pratinhos, tal. A vantagem é que o balcão era enorme - e tinha lugar para mim. Assim, não tenho que lidar com a estranheza de me sentar a uma mesa e comer sozinha. Amo balcões!

Logo depois que cheguei, o cara sentado ao meu lado foi embora.

Aquele lugar ficou vazio. Uns trinta segundos depois, uma moça se sentou ali. A garçonete veio, ela pediu um "green tea". A garçonete olhou com cara de desespero. "Green tea". Nada. A garçonete disse que ia chamar uma colega que entendia inglês. Fiquei com dó. Intervim. Pedi o chá verde em italiano. Aí, comecei a conversar com a moça (em inglês).

Ela era da Malásia, estava terminado os estudos em direito em Cardiff. Ficou contente em encontrar alguém que tinha acabado de fazer 30, já que ela vai fazer 30 em breve e está achando meio estranho.

Enfim, com essa história de balcão, tive uma companhia casual para jantar. Foi interessante e me fez pensar nesse artigo, que eu li outro dia mesmo.

Honestamente, a comida em si era bem mais ou menos (novamente: o prblema da comparação com São Paulo...). Mas valeu as 19 Angela Merkels (incluindo bebida), ainda mais porque não tive de comer completamente sozinha...

Acho que, até agora, em nenhum dia aqui na Itália eu fiz tantas refeições e pit-stops alimentares acompanhada. Esse jantar foi bom, para não fechar o dia com um tom muito deprê, muito à la "Lost in Translation". Se bem que.

samedi 29 juin 2013

Nemo vitia sua videt, sed quisque illa alterius

Bologna, dia 6

Coleguinhas combinaram um passeio e um pique-nique para a manhã de sábado.

Mas, porque é sábado, a manhã começou quase ao meio-dia.




Visitamos a Basílica de San Petronio e fomos andando até os Giardini Margherita. Pique-nique. Fizemos umas compras perto do parque, mas eu já tinha me preparado um pouco com wafers Loacker, porque são os melhores wafers do mundo. Apenas acreditem.

[insert your favourite infinite regress joke here]





Mais um sorvete na Castiglione, na volta, por motivos de: gordice.

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Aquele momento em que estou contando para alguém que me formei no colégio há, sei lá, quase quinze anos, e minha colega francesa me pergunta:

- Mas quantos anos você tem??
- Trinta.
- Trinta?! Assim... 3 décadas??
- Hm-hm.
- Não acredito!
- Sim, sou velha desse tanto... *smirk*
- Não, 30 não é velha... mas é que eu achava que você tinha, sei lá, uns 22.

:)

Fofinha da tia!!!

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Parada para um chá gelado na Via Zamboni.

Volta para casa. Mas eis que.

Eis que, de repente, eu me vejo andando contra uma multidão. WUT?

Ah!

#rivoluzioniAMO

É. Eu não estava sabendo, mas era a parada gay da região de Bologna. When in Rome etc., me juntei a ela um pouco, antes de voltar para casa.

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Quando saí novamente, estava rolando a pós-balada da gay pride.

Exatamente no momento em que cheguei à Piazza Maggiore, a banda começou a tocar "Video Killed the  Radio Star". Acho que, se meus coleguinhas estivessem chegado ao nosso encontro no horário certo, eu seria a única cantando e ~curtindo~ a música. Nessas horas, fica bem claro quem tem 3 décadas...


Bologna 2013 Pride

Aqui também tem brasileiros que não desistem nunca.

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Depois que conseguimos nos encontrar no meio da multidão, fomos todos comemorar o aniversário da Clementine. Primeiro, com um jantar no Il Saraceno (onde comi tagliolini com porcini, speck e vinho tinto). Depois, seguimos para o mesmo bar no meio da Via Zamboni a que tínhamos ido na quarta-feira.


We clean up nice.

foto roubada do instagram do Thomas

Guerra de flashes 

Novamente, fui embora mais cedo que todo mundo por motivos de: 3 décadas e amanhã preciso acordar cedo porque: roadtrip!!

vendredi 28 juin 2013

Vos nobis de voluptatibus adulescentiae tum scripseritis

Bologna, dia 5

E é claro que a garota faltou novamente hoje! Até agora, ela foi a uma aula e três quartos. De cinco.

Se ela voltar, é possível que eu dê um pito bem dado nela.

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Hoje, um tempo ótimo, bem verão: nublado, chuvoso, 11 graus (Celsius).

Coloquei todas as camadas de roupa que trouxe e fui pra aula. Ao final da aula, estava tão cansada, e com tanto frio, que vim logo embora.

Mas não direto. Antes, parei para uma refeição decente. Aqui pertinho de casa, um dos restaurantes mais cool da cidade, com pratos sustentáveis etc.: Osteria Marsalino. Comi uma massa com molho bolonhesa (when in Rome etc.) deliciosa (melhor molho bolonhesa da vida!) e ainda ganhei de brinde umas escutadelas da conversa das moças que estavam dividindo a mesa comigo, que falavam ingenuamente sobre as vantagens de ser doutoranda...

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Vim para casa e tirei um cochilo, porque, né.

Aí, fui ao jardim botânico, encontrar umas pessoas a tomar uma cerveja. Uma hora falando italiano e minha cabeça estava explodindo.

De lá, engoli uma piadina vegetariana e fui à Piazza Maggiore encontrar meus colegas, para assistirmos a um dos filmes no cinema ao ar livre.

O filme da noite era Vera Cruz, um Western de 1954, que tomava muitas liberdades poéticas. Assistimos ao filme de um bar, onde pudemos beber durante a projeção. As bebidas mais caras da cidade, por estarem na Piazza Maggiore, mas já que o filme era grátis...





Só que.

Só que eu não agüentei de cansaço.

Lá pelas 23h15, o sono me venceu. Fui para casa dormir, para poder (com sorte) aproveitar o final de semana.

Quem sabe amanhã tem mais.

(Meus coleguinhas continuaram lá, bebendo e vendo o filme até o final. Aí, uma delas me mandou uma mensagem me contando o final imperdível, que eles sequer entenderam, porque o filme fazia muito pouco sentido, pra começo de conversa...)

jeudi 27 juin 2013

Nihil cum amicitia possum comparare; di hominibus nihil melius dant

Bologna, dia 4

Hoje, a coleguinha de Hong Kong faltou de novo à aula.

A essa altura, espero sinceramente que ela desista.

Se eu, que estou indo às aulas, estou quase desistindo...

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Na hora do almoço, fui procurar a agência dos correios. O correio só abre de manhã (!!) aqui; então, como minha aula acaba às 13h., só dá para eu ir à agência central, que fecha às 19, acho.

A agência central dos correios é enorme. Mas não sei muito bem para que serve. Parece que 3/4 dela serve como uma espécie de serviço de pagamento de contas (tipo uma casa lotérica no Brasil). No quarto restante, as pessoas se aglomeram na fila para postar correspondências. Peguei minha senha na máquina (você tem meio que adivinhar como funciona a máquina - e não é muito óbvio) e esperei 20 minutos (!!) para ser atendida. Enviei o pacote de ~150g. mais caro do universo (em postagem normal, porque, alas!, não existe postagem expressa! aqui - WTFF, Itália?!). E o cara sequer me deu um recibo. Certeza de que essa merda vai extraviar - e eu vou ficar MUITO puta, porque é um troço meio que importante.

Aí, também queria comprar uns selos. Um selo para uma carta simples para o outro lado do atlântico custa DUAS ANGELA MERKELS! O cara foi buscar (WTFF?) os selos. Demorou OITO minutos (sim, marquei no relógio!) e voltou de mãos vazias. Me disse que não tinha selos de 2 euros.

N.B.: o correio central da cidade não tinha selos para cartas/postais para a América do Norte. O CORREIO CENTRAL.

Tem, mas acabou?

Me perdi dos coleguinhas, mas uma das fofas do curso me mandou mensagem me avsando para encontrá-los na biblioteca de Patrística. Teria sido ótimo se minha internet tivesse funcionado. Mas o processo internet aqui na Itália (em Bologna, ao menos) é mais ou menos o mesmo: tem, mas acabou.

Por instinto (por indução, a bem da verdade), encontrei os coleguinhas e estudei o quanto precisava. E ainda , meio que sem querer, acabei "schooling" que estava se matando pra traduzir Sêneca. Garoto perguntando o que significava "opera"; outras pessoas olhando com cara de interrogação. Ou seja, não era nem questão de estar "schooling"; era mais questão de apresentar as pessoas ao senso comum. (Fora que essa criançadinhaé formada em estudos clássicos, mas manja menos de Sêneca que eu - WTFF?!)

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Mais à tarde, pausa para um café com minha amiga lituana.

Depois: chuva. Torrencial.

Ainda não sei que demônios eu fiz pra merecer isso...

À noite, na companhia de um homem-do-tempo, um dos melhores sorvetes da cidade (tomei de pistache e crema d'uovo) na Sorbetteria Castiglione. Sorvete de pistache com sabor pistache e não sabor verde. Raro.

De lá, esticando para cerveja, esticando para a cobrança de pênaltis do jogo Itália x Espanha. Ver, na Itália, a Itália perder, nos pênaltis, para a Espanha, foi meio impagável, confesso. Mas confesso que queria Brasil e Itália na final, ou seja: :(

E aí, dormir o sonho dos justos, porque afinal.

mercredi 26 juin 2013

Tempora nostra nunc sunt mala; vitia nostra magna

Bologna, dia 3

Hoje, meu café da manhã foi só kefir. Os italianos me venceram pelo cansaço com essa história de ginseng e de croissant recheado de creme.

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Hoje, a coleguinha de Hong Kong não foi ao curso. Recapitulemos: no primeiro dia, ela foi à aula, mas achou tudo difícil e foi ficando para trás. No segundo dia, ela chegou uma hora atrasada e não estava entendendo lhufas. Hoje, ela não foi. Vamos tentar adivinhar como será amanhã?

Descobri por que não há bebedouros na universidade (ou em lugar algum) em Bologna: garrafa de água mineral (com ou sem gás) a 35 centavos de euro. Isso me basta como argumento - embora eu ainda me preocupe com a pegada de carbono...

Finalmente consegui achar um banheiro no departamento de filologia. Logo se nota que é um departamento de filologia, italianística e estudos clássicos:





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Agora, quando me perguntarem o que eu acho, exatamente, que há de errado com os EUA, já vou ter uma resposta na ponta da língua: universitários de vinte-e-poucos anos que nunca ouviram a palavra "heteronormatividade".

O atendimento na TIM italiana é tão ruim quanto na TIM brasileira. Fila enorme para sair de lá sem aquilo de que eu precisava.

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Estou na Itália, mas faço boa parte das minhas compras de supermercado em um mercadinho russo. Todos os gordinhos e gordinhas do mundo ~vão estar podendo~ me odiar por isso.

O problema é que o mercado atende principalmente o gueto da Europa Oriental de Bologna. Aí, quando eu entro lá, galëre me estranha. Mas eu vou sempre direto para a sessão de iogurtes, like I mean business. E aí, eu começo a ler (=decifrar) os rótulos dos produtos, para ver exatamente qual vou comprar (muito amor ao dia em que resolvi aprender o alfabeto cirílico). Mas aí, como estou lendo like I mean business, galëre imediatamente presume que eu sou daqueles cantos (ou, ao menos, que eu falo russo). Na primeira vez, já comecei a conversa em italiano. Me olharam feio, mas me atenderam. Hoje, gastei as 2 palavras de russo que eu sabia para responder a perguntas que eu não entendi, mas cujo significado pude supor. O problema é que, aí, galëre realmente achou que eu falava russo, e começou uma conversa comigo. Aí, tive de fazer cara de interrogação e trocar para o italiano. Me olharam feio, mas acabaram de me atender.

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Mas, fora isso, continuo comprando e consumindo meus produtos orgânicos e fair-trade porque: sou eu, né. Primeira coisa que achei na cidade foi um mercado fair-trade relativamente perto. No dia seguinte, descubro que aqui do ladinho de onde estou morando tem um mercado orgânico e vegano. E no mercado ruim que achei aqui pelo centro quase não tem opções de produtos, mas boa parte do que tem é orgânico. Muito amor pelo Velho Mundo.


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O filme ao ar livre que ia rolar hoje à noite não rolou porque: western dos anos 50 não-spaghetti. Não fazia sentido. Aí, fui com meus colegas de curso a um bar que fica meio que no meio da rua, na Via Zamboni.

O problema de beber com pessoas de vinte-e-muito-poucos é que, por mais que drinking games possam ser divertidos, a possibilidade de eu terminar mais bêbada que todo mundo jogando "never-have-I-ever" com eles é muito grande. Limitar-se a dois spritz Campari foi uma decisão sábia.

Sair com pessoas de vinte-e-muito-poucos anos não me faz entrar nessa vibe. Me faz sentir até mais velha que a tia balzaca que sou. Vou dormir com essa.

mardi 25 juin 2013

Mora animos nostros superabat et remedium non habebamus

Bologna, dia 2

No meu curso, somos três: um ítalo-mexicano, uma ~hong-konguense~, e eu.

O italiano e eu levamos uma vantagem meio óbvia em relação à compreensão de vocabulário e estrutura lingüística. Já no primeiro dia de curso (i.e. ontem), a menina já começou a ficar para trás na compreensão das formas verbais. Aí, hoje, qual rumo as coisas tomam?

A fofurinha chega uma hora atrasada ao curso (que dura quatro horas, mas quand même!).

Como já diria Nietzsche, "Patientia limitatem habet".

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Hoje, já preparada com a lição cornetto vs. brioche, fui ao café e pedi um brioche. E aí, começou o inferno. Por algum motivo, as pessoas aqui acham que croissant deve, obrigatoriamente, ser recheado de algum creme doce. WTFF, Itália?

Também me dei conta de que o pessoal aqui na Emilia-Romagna não fica muito atrás dos parisienses no quesito  "você-não-fala-minha-língua-perfeitamente-então-vá-se-foder". Difícil...

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Na universidade (pelos menos no prédio de filologia), há pouquíssimos banheiros, e a maioria deles é reservada para os professores (por sorte, eu tenho acesso a eles). Nos cafés (mesmo nos mais zoados), eles não nos deixam entrar e usar o banheiro. Basicamente, não descobri ainda onde as pessoas fazem xixi, cocô, lavam as mãos etc. por aqui.

Hoje, fui perguntar (santa inguenuidade, Batman!) onde ficam os bebedouros da universidade. Descobri que eles não conhecem o conceito de bebedouro. Água vem da garrafa plástica, que vem da máquina, localizada no lugar mais escondido do prédio. A Eco-92 manda beijos para vocês. A Alma Mater Studiorum (aka Unibo) deve ser a universidade com a maior pegada de carbono do mundo.

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Aparentemente, os italianos tem algum fascínio maior que o normal pelos Beatles. Ao que tudo indica, cada cidade italiana tem pelo menos uma banda cover dos Beatles. Bologna tem algumas (!). Vendo pelo lado positivo, melhor que dance music italiana. No Bolognetti Rocks esta noite, a banda podia não ser excelente, mas tomar spritz aperol num bar do átrio de uma piazza debaixo do céu italiano (e na boa companhia de duas lituanas bem simpáticas) não é nada, nada mal.

lundi 24 juin 2013

Da veniam puellae, amabo te

Bologna, dia 1

No café da universidade durante o intervalo do curso. Vejo que, no menu, tem 3749 tipos de café. Abaixo do café, chocolate quente, orzo e ginseng. Como não tomo café, pedi o ginseng, achando que tomaria um chá (uma infusão, tecnicamente). Aí, me servem o que me parece apenas uma ~xicrinha~ de café com leite com um tantão de espuma de leite (i.e., um cappucino). Basicamente, o que tomei foi essa merda aqui, que, aparentemente, é um troço super popular aqui por essas bandas. WTFF, hein, Itália?!

(Pra falar a verdade - e que seja heresia para os amantes de café (eu, como não tomo café, não tô nem aí) -, achei o troço super bom, afinal...)

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Também quis gastar meu italiano e, ao pedir um croissant, super mandei um "un cornetto, per favore", visto que aprendi, na Little Italy de Montreal (!), que "cornetto" é um croissant. Ao que a pessoa me responde: "un brioche?" E minha cabeça explodiu, obv. WTFF, Itália?

Aí, a Wikipédia - e os fluxos migratórios, óbvio - explicam:
A cousin of the croissant is the Italian "cornetto" in the Center and South and "brioche" in the North.
Se não têm pão, que comam cornetto!

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À tarde, uma moça do curso (francesa) estava procurando, sem sucesso, alguém que falasse francês, porque (francesa!) estava cansada de ter passado 6 horas falando inglês. Quando me dei conta da busca, me ofereci:
- Bin, si tu veux parler français, alors on peut parler français...
- Ah! Tu est québecoise?
:/
Apenas UMA FRASE e: #busted


mardi 18 juin 2013

España, IV

Carnet de voyage: Madrid

Acomodação: EXE Suites 33 (**)
Transporte: Peugeot 307
Rangos:
- Lizarrán (meh)
- Cornucopia (nham-nham-nham)
- Botín (meh)
- Casa González (nham-nham)
- Café de Ruiz (nham-nham-nham)
- Cacao Sampaka (nham-nham-nham)
- várias coisinhas no Mercado de San Miguel (nham-nham-nham)
- 9o. andar do Corte Inglés (nham-nham)