mardi 5 avril 2011

Viens chez moi j'habite chez une copine

E aí essa semana a vida já voltou ao normal. Meio que. Porque agora é hora de procurar apartamento novo. Pra valer.

Nesse apartamento onde eu estou morando com o Respectivo fico só até o início de maio, quando o proprietário volta de viagem, restaura posse do imóvel e dos dois fluffies que estão aqui com a gente. Os fluffies, como o nome já sugere, são fofinhos. São os gatinhos mais fofinhos do mundo. (Mas como eu não sou tia velha solteirona nem garotinha tonta, não vou ficar contando historinhas dos gatos aqui. Essas, conto a quem tiver interesse, em data e local apropriados.)

The Fluffs

Enfim, preciso de um apartamento para pelo menos um ano, começando em agosto ou setembro, quando voltar das férias no Brasil. Já tinha achado alguns legais perto da faculdade, mas todos para alugar para já. Aí também vi uns apartamentos para dividir. Um deles, bem pertinho da faculdade, era bem legalzinho. Mas era pra dividir com duas pessoas... aí não rola. Teve um outro, que praticamente dividia parede com a faculdade - e tinha uma clarabóia (que, aliás, acho que perdeu o acento na última reforma ortográfica, então, cantemos em coro: CLARABÔIA!) e uma parede com tijolos expostos. Adorei! Só que a menina com quem eu dividiria o apartamento era altamente xarope. Quase saí de lá correndo. Era dessas pessoas que vivem em fluxo de consciência, sabe? MEDO.

Aí, nos últimos dias, surgiu essa possibilidade de Max, L. e eu procurarmos um apartamento juntos. Até gostei da ideia (IDÊIA), mas o problema era chegarmos a um acordo de em que parte da cidade iríamos procurar. Eu querendo ficar no Village, Max pensando em NDG, e L. procurando na Petite-Patrie. Além disso, eles queriam um SUPER apartamento, enquanto a minha única condição sine qua non é que o lugar fosse razoavelmente próximo do metrô (para garantir que eu vá sair de casa no inverno).

No final das contas, Max resolveu procurar um apartamento com uma outra amiga nossa. L. e eu continuamos nossa busca, mas também fomos procurando coisas por conta própria.

Vi muitos apartamentos aqui perto de onde eu moro. Alguns, bem podres. Outros, muito caros. Vi um studio que parecia um quarto de hospital para doentes mentais. Corredores estreits e escuros, carpete do corredor cheirando mofo, pisos e azulejos soltando... Aí, não, né. Vi também um outro studio, esse bonitinho. Mas no apartamento de cima morava um baterista. Além disso, o prédio não tinha lavaderia, e a lavanderia mais próxima ficava a 5 quarteirões. Também risquei da lista.

Dos apartamentos maiores, achei um até legal, mas um dos quartos não tinha janela! Como diria o pessoalzinho Barrados-no-Baile do tuíter: TENSO.

Aí, essa semana fui ver também um outro apartamento, a poucos quarteirões daqui de asa. Esse, para dividir com um mocinho que mora lá. A vantagem é que já está todo mobiliado (inclusive o quarto que seria meu). Cheguei lá, conheci o mocinho, B., e... eis que eu vejo, na sala dele, a mocinha do apartamento cujo quarto não tinha janelas! Pois é! Acontece que eles são melhores amigos! Mundo pequeno (se lembram da tese das 300 pessoas? - Então: mais uma corroboração!)

Bom, o apartamento é lindo. O quarto é grande, com uma cama king size, um closet enorme, decoração de ótimo gosto. Está um pouquinho além do meu orçamento, então, vou continuar pesquisando... mas esse entrou na lista Top 5. Mas aí vou ter que da uma bota no L. O mais bizarro é que, por mais que eu não conheça L. muito bem, ele é uma versão francófona do meu amigo multi-uso de NY, AK. É toda uma coisa estranha. Anos de terapia...

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